CNIS

Ex-dirigentes homenageados na Assembleia Geral

O Hotel Cinquentenário, em Fátima, recebeu a Assembleia Geral Ordinária da CNIS, a primeira desde que os novos Corpos Sociais foram eleitos, em Fevereiro. O destaque da Reunião Magna da Confederação vai para a homenagem a três dirigentes que ao longo de mais de 15 anos desempenharam funções directivas.
Perante os representantes de 91 IPSS presentes, o presidente da CNIS, padre Lino Maia entregou placas evocativas a José Quirino, Manuel Domingos e Eugénio Fonseca, sendo que este último foi o único que não esteve presente em Fátima, pelo que a distinção foi entregue a um representante da Cáritas, instituição cujo homenageado preside.
Da ordem de trabalhos constava a apreciação e votação do Relatório de Actividades de 2011 e ainda o Relatório e Contas relativo ao mesmo período, documentos que receberam a aprovação da Assembleia. O primeiro foi aprovado por unanimidade, enquanto o segundo recebeu 85 votos a favor, cinco abstenções e um voto contra.
Com poucos pedidos de esclarecimento por parte da Assembleia relativo aos documentos apresentados, seguiu-se um momento em que alguns representantes das IPSS presentes pediram algumas explicações à Direcção sobre a Portaria recentemente publicada pelo Governo que diz respeito às alterações introduzidas às regras a aplicar nas Estruturas residenciais para pessoas idosas.

P.V.O.

 

Data de introdução: 2012-03-24



















editorial

IMPORTÂNCIA ECONÓMICA E SOCIAL DAS IPSS

Para uma quantificação atualizada da importância social e económica das Instituições Particulares de Solidariedade Social em Portugal a CNIS assegurou o financiamento do Programa Pessoas 2030, medida “capacitação dos...

Não há inqueritos válidos.

opinião

EUGÉNIO FONSECA

A missão das IPSS em cenários de calamidades
A prevenção é a melhor medida na resposta a situações de catástrofe, seja qual for a sua natureza. Porém, parece que a cultura que se entranhou na maioria...

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

O retrocesso da integração das comunidades ciganas
Portugal não dispõe, há três anos, de uma estratégia para a integração das comunidades ciganas.