RELIGIÃO

Primeiro-ministro admite alterações ao documento sobre assistência espiritual e religiosa nos hospitais

O primeiro-ministro, José Sócrates, admitiu fazer alterações ao documento que regulará a assistência espiritual e religiosa nos hospitais e adiantou que o assunto esta ainda em fase de diálogo. O projecto de diploma, referiu, é uma base de trabalho para um diálogo
que está a decorrer podendo sempre existir ajustamentos e melhoramentos.

"Desse diálogo tenho certeza que nascerá uma solução melhor, à altura dos interesses de Portugal, dos imperativos constitucionais e do que decorre da concordata", disse José Sócrates sem especificar.

José Sócrates falava à saída de um encontro em Lisboa com o Conselho das Conferências Episcopais Europeias onde participou na qualidade de presidente em exercício do Conselho da União Europeia.

O projecto de regulamentação da assistência espiritual e religiosa nos hospitais do serviço nacional de saúde apresentado pelo Ministério da Saúde tem gerado alguma controvérsia.

A Coordenação Nacional das Capelanias Hospitalares (CNCH) criticou o documento na passada quinta-feira referindo que "retira faculdades à Igreja Católica em vez de proporcionalmente as conceder a todos".

Entretanto na terça-feira, o Cardeal-Patriarca de Lisboa defendeu que o projecto de diploma do governo sobre assistência espiritual e religiosa nos hospitais revela um desconhecimento do papel da pastoral da igreja, admitindo contudo que o dossier está ainda no início e numa fase delicada.


04.10.2007

 

Data de introdução: 2007-10-04



















editorial

Plano interministerial e intersectorial para a Saúde e Longevidade da população (II)

Pelo Despacho n.º 2367/2025, “o XXIV Governo Constitucional, em consonância com os compromissos assumidos no seu programa de governação e no Compromisso de Cooperação para o Setor Social e Solidário para o biénio...

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Em memória de Eugénio Fonseca
Perdemos em agosto Eugénio Fonseca, de quem fui, nestes últimos anos, companheiro de colunas de opinião aqui no Solidariedade. Partiu um homem bom. Esta homenagem nasce da amizade, do...

opinião

EUGÉNIO FONSECA (1957-2026)

Calou-se uma voz importante da solidariedade
Eugénio Fonseca, presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado, morreu a 12 de agosto de 2026, aos 69 anos, vítima de paragem cardiorrespiratória.