MIRANDA DO CORVO

ADFP incentiva empreendedorismo feminino

A Associação para o Desenvolvimento e Formação Profissional de Miranda do Corvo (ADFP) encontra-se a promover oo Projecto “Redes de Troca…”, totalmente inovador na região e que tem por base o incentivo ao empreendedorismo das mulheres, promovendo a igualdade de oportunidades entre os sexos.

Dirige-se a mulheres com ambição de criar o seu próprio negócio, dando liberdade ao seu espírito empreendedor, utilizando para isso as novas tecnologias da informação. Neste momento funciona já o “Olho Vivo”, um intercâmbio de informações por via de e-mails entre o corpo técnico do projecto e as formandas, estimulando o apetite pelo culto do conhecimento técnico e promovendo um espírito de solidariedade entre os participantes.

Seguem-se reuniões conjuntas entre formandos, consultores ou até mesmo instituições; seminários, para a discussão temática e visitas de estudo a empresas das áreas em questão ou até mesmo a Instituições de apoio ao mesmo tipo de iniciativas.

Este grupo já se deslocou às Astúrias numa visita de estudo, em que confraternizaram com a coordenadora do projecto Equal – La igualdad crea empleo, a Dr.ª Josefina Escobar, do Instituto Asturiano da Mulher, e trocaram experiências com outras mulheres do projecto do país vizinho.

Nesta apresentação houve espaço para o testemunho de formandas, que procuram neste projecto a melhoria do seu estatuto na sociedade, trabalhando para um lugar de destaque no meio empresarial. Também se ouviu a voz dos consultores, num papel mediador entre a formação, o mundo dos negócios, e a sociedade.

Lançada em Setembro de 2004, esta iniciativa, que conta com o apoio da ADFP, tem a coordenação do Grupo de Amigos do Rio Ceira e Miranda do Corvo, e o acompanhamento do SEIES – Sociedade de Estudo e Intervenção em Engenharia Social, terminando a sua vigência no fim de 2006.

 

Data de introdução: 2005-05-17



















editorial

O TRIÂNGULO DA COOPERAÇÃO

A consciência social, aliada ao dever ético da solidariedade, representa uma instância suprema de cidadania, um compromisso inalienável para com os mais vulneráveis e em situação de marginalidade, exclusão e pobreza.

Não há inqueritos válidos.

opinião

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