CNIS ORGANIZA

Festa da Solidariedade

A CNIS vai organizar, em Lisboa, no dia 29 de Setembro de 2007 a primeira grande Festa da Solidariedade. O principal objectivo é proporcionar um encontro das IPSS entre si e com os milhares de trabalhadores, utentes, associados, familiares e amigos. Eleutério Alves, da direcção da CNIS e elemento da comissão organizativa do evento, explica que a Confederação pretende “dar visibilidade às Instituições, mostrar a força do movimento social, divulgar as actividades das IPSS, criando um espaço e um tempo de verdadeiro e efectivo encontro”.

Foi escolhido o sábado como dia mais adequado para a reunião da família social, no horário entre as 9H30 e as 17H30, mas a festa “terá actividades e acções que decorrerão durante os dias anteriores em diversas localidades do país, preparando desta forma o grande encontro do dia 29”, explica Eleutério Alves.

O formato definitivo ainda está a ser configurado mas já se pode adiantar que haverá muita animação, muitos jogos, muita música, muita festa para crianças, adultos e pessoas de mais idade. Um dos aspectos mais interessantes vai ser o desafio a lançar às IPSS para que apresentem as suas próprias animações, recorrendo aos “verdadeiros artistas” que têm como utentes e funcionários.
Da mesma maneira ainda não está decidido o local da festa em Lisboa: “Estamos ainda a procurar o melhor local, com condições que permitam muito espaço para animação, picnics, convívio, sombra, condições sanitárias, etc.”

Uma coisa é certa, a Festa da Solidariedade está em marcha e o melhor é apontar no calendário, reservar a data de 29 de Setembro e começar a ensaiar. Eleutério Alves deixa um aviso: “Aconselhamos as IPSS a marcar para esse fim-de-semana passeios que pretendam efectuar, de forma a estarem nesse sábado na festa que é delas e de todos nós.”

A Festa da Solidariedade é uma iniciativa que poderá vir a ter uma regularidade anual ou bienal sempre em diferentes locais do país.

 

Data de introdução: 2007-06-13



















editorial

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Um provedor para zelar pela autonomia de todas as IPSS só seria admissível se fosse escolhido pelo conjunto de todas as IPSS, de todas as suas origens, de todas as afinidades e de todas as Entidades Representativas. 

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