EDUCAÇÃO

Igreja Católica apela ao consenso e quer cultura de exigência para o sector

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) apelou ao consenso na educação e a uma cultura de exigência no sector, considerando que as tensões actuais prejudicam os alunos. "Acompanhamos com interesse e alguma preocupação a situação dos professores, como grupo mais decisivo para o futuro de Portugal", e "temos grande estima pela sua acção", afirmou o porta-voz da CEP, D. Carlos Azevedo, que, no entanto, não quis tomar posição sobre a polémica que divide os docentes e a tutela.

Considerando que a sociedade deve assegurar "esse reconhecimento da sua função de professores", o prelado salientou a necessidade de uma "cultura de exigência que deve nortear a sociedade portuguesa" também nesta área. "A Igreja (Católica) não pode deixar de acompanhar toda esta polémica", mas "não queremos tomar uma posição mais detalhada porque o assunto é muito complexo", disse D. Carlos Azevedo, que remeteu para mais tarde a divulgação de uma tomada de posição oficial sobre esta questão.

"O Papa Bento XVI publicou um documento sobre a crise emergente de educação" que "é um assunto muito complexo" e a "cultura da exigência não deve estar ausente deste campo e da actividade educativa", considerou o porta-voz da CEP, cujo Conselho Permanente esteve hoje reunido em Fátima.

A tensão existente é algo que "não é bom" para os estudantes e o "que está em causa säo os alunos", que "devem ser o motor de todo o processo" de renovação do sector, acrescentou. A CEP esteve também a debater vários "assuntos de ordem interna", de preparação da Assembleia Plenária dos bispos, agendada para Abril.

11.03.2008

 

Data de introdução: 2008-03-12



















editorial

Plano interministerial e intersectorial para a Saúde e Longevidade da população (II)

Pelo Despacho n.º 2367/2025, “o XXIV Governo Constitucional, em consonância com os compromissos assumidos no seu programa de governação e no Compromisso de Cooperação para o Setor Social e Solidário para o biénio...

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Em memória de Eugénio Fonseca
Perdemos em agosto Eugénio Fonseca, de quem fui, nestes últimos anos, companheiro de colunas de opinião aqui no Solidariedade. Partiu um homem bom. Esta homenagem nasce da amizade, do...

opinião

EUGÉNIO FONSECA (1957-2026)

Calou-se uma voz importante da solidariedade
Eugénio Fonseca, presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado, morreu a 12 de agosto de 2026, aos 69 anos, vítima de paragem cardiorrespiratória.