ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011

Cáritas e CNIS querem maior aposta no Estado social

Maior aposta no Estado social, no combate à pobreza, no apoio aos idosos e no apoio ao desemprego são algumas das metas que o presidente da Cáritas e o da CNIS querem ver no Orçamento do Estado (OE) para 2011.

O presidente da CNIS, Lino Maia, espera que não continuem a ser os pobres a pagarem a crise e exorta o governo a ter em atenção as políticas sociais de protecção aos desfavorecidos. Lino Maia lembra também a necessidade de se obter um pacto de cooperação com as Instituições de Solidariedade Social que são quem, no terreno, têm funcionado como almofadas sociais.

O presidente da Cáritas Portuguesa compreende que o Orçamento "tem de continuar a reabilitação do défice e da despesa pública", mas pede que isso não seja feito à custa do Estado social.
"Em termos das despesas tem de haver uma redistribuição mais justa em relação aos destinatários que hão de contribuir para essa redução. Está anunciado que foram recuperados milhões de euros, mas [isso aconteceu] porque essa recuperação foi feita à custa do compromisso de medidas sociais bastante importantes para as classes média/baixa e pobre", defendeu Eugénio Fonseca.

 

Data de introdução: 2010-09-08



















editorial

As amas em Creche Familiar

Publica-se neste número do “Solidariedade” o texto do acordo com a FSUGT, na parte que contempla também os novos valores de remunerações acordado para vigorar a partir de 1 de janeiro de 2024.

Não há inqueritos válidos.

opinião

EUGÉNIO FONSECA

A propósito do contributo da CNIS para as próximas eleições
É já tradição que as organizações de diferentes âmbitos, aproveitem os atos eleitorais para fazerem valer as suas reivindicações mais...

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Cuidar da democracia
Neste ano vamos a eleições pelo menos duas vezes (três para os açorianos), somos chamados a renovar o nosso laço político com a comunidade, escolhendo...