BISPO DO PORTO

"Bento XVI é um homem universal"

O bispo do Porto, D. Armindo Lopes Coelho, conheceu pessoalmente Joseph Ratzinger e acredita que vai ser um bom sucessor de João Paulo II.

O bispo do Porto declarou-se feliz com a escolha de Joseph Ratzinger para a sucessão de João Paulo II. "É um homem com uma cultura rara, de uma grande segurança. Não sou capaz de pensar nele como um homem fechado. É um homem universal", afirmou D. Armindo Lopes Coelho ao JPN.

O líder da Diocese do Porto rejeita as acusações de ultraconservadorismo que foram feitas ao cardeal alemão, dizendo que "há sempre uma tendência para catalogar", embora declare que vê Ratzinger como "um resistente. É a parede da Igreja". E não tem dúvidas em afirmar que "quem acusa Bento XVI de ser conservador são os mesmos que acusaram João Paulo II do mesmo. É inevitável que haja choques. Mas seria impensável que o novo Papa não seguisse as linhas que João Paulo II traçou, mesmo as chamadas mais conservadoras", declarou.

Quanto à esperança de ver um dos cardeais portugueses ser eleito Papa, D. Armindo Lopes Coelho diz que "a expectativa era baixa. Não tinha nenhum favorito, por isso não fiquei desiludido". Para o Bispo do Porto, "D. Policarpo dava um bom Papa se tivesse sido eleito".

Fonte: JPN

 

Data de introdução: 2005-04-22



















editorial

Plano interministerial e intersectorial para a Saúde e Longevidade da população (II)

Pelo Despacho n.º 2367/2025, “o XXIV Governo Constitucional, em consonância com os compromissos assumidos no seu programa de governação e no Compromisso de Cooperação para o Setor Social e Solidário para o biénio...

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Em memória de Eugénio Fonseca
Perdemos em agosto Eugénio Fonseca, de quem fui, nestes últimos anos, companheiro de colunas de opinião aqui no Solidariedade. Partiu um homem bom. Esta homenagem nasce da amizade, do...

opinião

EUGÉNIO FONSECA (1957-2026)

Calou-se uma voz importante da solidariedade
Eugénio Fonseca, presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado, morreu a 12 de agosto de 2026, aos 69 anos, vítima de paragem cardiorrespiratória.