NOVA ESTRUTURA ORGÂNICA

CNIS quer obter ganhos de eficiência

Com o fito na otimização de recursos, físicos e humanos, e intensificada pela entrada em funções da nova Direção, a passagem para as novas instalações, a redação dos novos estatutos e ainda as exigências do Compromisso de Cooperação 2014/2016, a CNIS desenvolveu, ao longo dos últimos seis meses, um processo de reorganização interna no sentido de “obter ganhos de eficiência” e, assim, “aumentar a capacidade de resposta às solicitações das associadas e dos parceiros, de forma integrada, coerente com a história e os princípios do Setor”, afirma o diretor-executivo João Dias, que liderou o procedimento.
Por outro lado, as alterações vincam a estrutura hierárquica e definem de forma mais clara as áreas por que cada diretor está responsável, separando águas e desta forma retirando carga de alguns elementos da Direção, corresponsabilizando todos os elementos.
Em termos de estrutura orgânica, a CNIS passa a estar dividida em dois departamentos: o Administrativo e Financeiro e o Técnico.
Enquanto o primeiro, composto pelo Presidente da Direção, pelo Tesoureiro, pelas secretárias administrativas e ainda pela Técnica Oficial de Contas, “garante o funcionamento da CNIS”, o Departamento Técnico é integrado pelos restantes membros da Direção, representando os respetivos pelouros, pelos assessores, pelo Gabinete de Apoio Técnico e por uma secretária administrativa e “é responsável pelo conteúdo da CNIS”.
Assim, cabe ao Departamento Administrativo e Financeiro tratar de todos os assuntos relacionados com a contabilidade (orçamentos e relatórios de contas anuais, controlo orçamental, aquisição de bens e serviços, orçamentos, autorizações e pagamentos), com o expediente (o seu encaminhamento, seguimento e conclusão) e ainda com o institucional (Órgãos Sociais, Conselho Geral e Comissão Permanente, convocatórias, atas, documentos oficiais, agendas, UDIPSS e Federações e entidades oficiais).
Já o Departamento Técnico tem na sua alçada o Programa de ação e Relatório anual, a Cooperação, o apoio às instituições associadas (nas áreas técnica e jurídica), a Formação/Capacitação, o Portugal 2020 (e candidaturas), o Centro de Estudos Sociais (dando apoio administrativo), o Acordo com o IEFP e a CASES (planos, relatórios e atividades) e os eventos promovidos (congressos e seminários). Este departamento fará ainda um permanente acompanhamento da Imprensa, algo que até agora não era feito e já está também em marcha.
Por outro lado, houve uma reorganização espacial da ocupação da nova sede, permitindo melhores condições de trabalho a todos e otimizando o espaço, ao mesmo tempo que estão a ser substituídos determinados equipamentos, alguns dos quais já obsoletos e com encargos maiores do que as vantagens que proporcionam.
A reestruturação, que contou com a contribuição de todos os envolvidos, estende-se ainda à área da comunicação, não apenas com terceiros, mas principalmente com as associadas.
Nesse sentido ganha destaque o novo sítio da CNIS na internet, que dentro em breve estará ativo e que, inclusive terá uma área específica para a comunicação com as associadas.
O novo site, que deverá ser explicado pormenorizadamente em uma sessão de apresentação às associadas, plasma as áreas de intervenção da CNIS e servirá de apoio a todos os interessados na Solidariedade Social.
Na mesma altura em que o site ficar ativo, haverá novos endereços de e-mail para todos os colaboradores da CNIS, o que facilitará a comunicação e interação entre os serviços da CNIS e as associadas, corporizando-se assim também a nova arrumação de funções e responsabilidades no seio da Confederação. A seu tempo serão igualmente dados a conhecer.
“O que hoje se está a avaliar não corresponde à soma de todas as vontades, mas é o equilíbrio encontrado entre as diferentes sensibilidades e é o ponto de partida para se fazer mais e melhor”, resume João Dias.

 

Data de introdução: 2016-07-07



















editorial

As amas em Creche Familiar

Publica-se neste número do “Solidariedade” o texto do acordo com a FSUGT, na parte que contempla também os novos valores de remunerações acordado para vigorar a partir de 1 de janeiro de 2024.

Não há inqueritos válidos.

opinião

EUGÉNIO FONSECA

A propósito do contributo da CNIS para as próximas eleições
É já tradição que as organizações de diferentes âmbitos, aproveitem os atos eleitorais para fazerem valer as suas reivindicações mais...

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Cuidar da democracia
Neste ano vamos a eleições pelo menos duas vezes (três para os açorianos), somos chamados a renovar o nosso laço político com a comunidade, escolhendo...