F3M cresce 15% no primeiro semestre

Contrariando a ideia generalizada sobre o mau estado da economia nacional, a software house bracarense apresentou um crescimento de 15% no primeiro semestre de 2005, em relação ao período homólogo de 2004, tendo atingido o valor de 1.470.000€ de volume de negócios.

Segundo Susana Durão, Directora Comercial da F3M,  “a forte aposta comercial que tem sido feita nos últimos anos é a razão principal deste crescimento, que tem tido maior expressão no sector das Ópticas, com mais de 70% de aumento de volume de vendas. Mesmo em sectores que reconhecidamente atravessam algumas dificuldades, como o Têxtil, temos continuado a crescer, o que é a prova evidente que, além da receptividade às nossas soluções de Confecção e Tecelagem, continuam a existir neste sector centenas de empresas perfeitamente viáveis e em crescimento”. 

A empresa que tinha como objectivo de vendas superar os 3.000.000€ de facturação no ano de 2005, “mantém claramente essa aposta, até porque o primeiro semestre de cada ano representa sempre 35 a 40% do nosso volume de negócios. Se esta situação se mantiver, os nossos objectivos de vendas irão ser superados”, adianta ainda a Directora Comercial.
Sobre os principais projectos para 2005, a empresa entende que “todos estão em fase de execução, incluindo o novo edifício-sede com cerca de 1.650m2 de área coberta bem como o processo de internacionalização de alguns dos programas da empresa. 2006 será um ano de elevado investimento, com vário software novo, consolidação no mercado do software lançado em 2005, como seja o WinEMP para o sector de gestão financeira de Empreendimentos Imobiliários e a crescente inovação tecnológica em todo o software produzido pela F3M”.

 

Data de introdução: 2005-08-26



















editorial

Voltar a casa

Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

O risco de retrocesso nos apoios à vida independente
O Orçamento de Estado para 2026 foi justamente elogiado por se abster dos clássicos “cavaleiros orçamentais”, designação pela qual são conhecidas as...

opinião

EUGÉNIO FONSECA

Que espero do novo Presidente da República?
Está próxima a eleição do novo Alto Magistrado da Nação. Temos mais duas semanas para que os candidatos, de forma serena, com objetividade e no âmbito dos...