A CNIS assinalou 45 anos de existência com uma sessão na Assembleia da República que contou com as presenças de José Pedro Aguiar-Branco, presidente do parlamento, e Clara Marques Mendes, secretária de Estado da Ação Social e Inclusão.
A Sala do Senado encheu-se de representantes do Sector Social Solidário e de alguns deputados de diversos partidos para celebrarem o Dia da CNIS, que teve na apresentação do quinto estudo «Importância Económica e Social das IPSS em Portugal: Central de Balanços 2022 e 2023», a cargo de Américo Mendes, docente da Universidade Católica e coordenador do estudo.
“As instituições sociais são parceiras do Estado e indispensáveis na ação social”, afirmou o presidente da Assembleia da República, acrescentando: “No entanto, são ainda excessivamente dependentes das transferências da Segurança Social e o Estado não deve deixar as instituições sociais desamparadas, mas as IPSS têm de se enraizar mais nas suas comunidades locais”.
José Pedro Aguiar-Branco sublinhou a importância da apresentação do estudo naquele local, porque “apresenta-lo no parlamento é colocar o estudo diretamente nas mãos dos senhores deputados”.
Já Clara Marques Mendes referiu que “se o estudo fosse sobre os últimos dois anos, os dados seriam muito melhores”, lembrando que, atualmente, a cooperação “está nos 41%”.
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