COMISSÃO NACIONAL JUSTIÇA E PAZ

“Por uma Sociedade sem armas: Desarmar os corações”

A Comissão Nacional Justiça e Paz (C.N.J.P.), através do seu Observatório sobre a produção, o comércio e a proliferação das armas ligeiras, vai organizar, no próximo dia 28 de Outubro, uma festa para crianças e jovens, com o tema: “Por uma Sociedade sem armas: Desarmar os corações”. A CNIS é um dos parceiros nesta iniciativa.

Numa carta explicativa enviada a todos os parceiros, a presidente da CNPJ, Manuela Silva, afirma que “esta iniciativa vem na sequência de diversos trabalhos para sensibilizar a opinião pública sobre a problemática da proliferação das armas no nosso País e, por outro lado, integra-se na campanha de entrega voluntária de armas que o Governo está a promover, após regulamentação da recente Lei sobre o uso e porte de armas. Neste sentido, para quê esta festa? Para sensibilizar crianças, jovens, pais, educadores e por sua vez toda a sociedade civil. Com esta festa queremos mostrar que é possível vivermos numa sociedade segura porque é livre de armas. Para isso, vamos começar por mostrar a nossa vontade de desarmar os corações, dar o primeiro sinal de que é possível construir uma sociedade mais livre, justa e segura.”

Quem faz a Festa? Crianças, jovens, todos os que quiserem participar…
Como? Existem várias formas de participação. A primeira é assistir ao espectáculo, no Fórum Lisboa (Avenida de Roma) das 15 às 17h, no dia 28 de Outubro. Uma outra forma, mais envolvente, é fazer um concurso de desenhos e/ou textos na escola turma, ou grupo e enviar os melhores desenhos/textos. Por fim, e é assim que a Festa se constrói, através da participação com um pequeno teatro, uma canção, uma dança, etc. com as crianças/jovens da sua instituição.

Para qualquer uma das formas de participação precisamos da sua inscrição, por isso apresentamos o folheto em anexo, e pedimos que envie os dados da inscrição (até dia 3 de Outubro), para a sede da CNJP.

Descarregue e imprima o folheto de inscrição (formato pdf)

 

Data de introdução: 2006-09-17



















editorial

Voltar a casa

Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

O risco de retrocesso nos apoios à vida independente
O Orçamento de Estado para 2026 foi justamente elogiado por se abster dos clássicos “cavaleiros orçamentais”, designação pela qual são conhecidas as...

opinião

EUGÉNIO FONSECA

Que espero do novo Presidente da República?
Está próxima a eleição do novo Alto Magistrado da Nação. Temos mais duas semanas para que os candidatos, de forma serena, com objetividade e no âmbito dos...