CNIS

Decisões das reuniões da Direcção e Conselho Directivo

No dia 29 de Fevereiro, em Fátima, reuniu a Direcção da CNIS. Entre outros assuntos, a Direcção agendou a apresentação da “Declaração de Princípios” sobre a Educação no Sector Solidário às filiadas de nível intermédio em Fátima (para as Uniões da Zona Centro, em 17 de Março) e em Lisboa (para as Uniões do Sul, também no dia 17 de Março); apreciou o Plano DOM, considerando-o meritório mas criticando-o na medida que estabelece a imposição de técnicos às Instituições, prejudicando a sua autonomia; confirmou o agendamento da Festa da Solidariedade em 27 de Setembro no distrito de Braga, situando-a na cidade de Barcelos; estabeleceu critérios de divulgação de eventos de filiadas; fez uma apreciação crítica do novo programa “PARES” – 3, que restringe candidaturas às áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, assim favorecendo um país em duas velocidades, e que privilegia a reconversão do ATL em creche, financiando tal conversão apenas parcialmente, não garantindo os subsequentes acordos de cooperação mas visando resfriamentos e cansaços dos dirigentes solidários na defesa do ATL e do direito de escolha; tomou conhecimento do anúncio da intenção do Governo em alargar a iniciativa do prolongamento do horário escolar ao 2º ciclo, inviabilizando anteriores sinais de alargamento do ATL a esse ciclo.

No dia 29 de Fevereiro, em Fátima, reuniu o Conselho Directivo Nacional da CNIS. Entre outros assuntos, o Conselho Directivo Nacional analisou as causas do descontentamento no Sector Solidário pela forma como as Instituições e os seus dirigentes estão a ser tratados pelo Governo; apoiou a Direcção nas suas iniciativas da Petição e nas suas posições sobre o PARES 3 e sobre o Plano DOM; aprovou por unanimidade as Contas de 2007 e o Relatório de Actividades; decidiu aprofundar com novas iniciativas o movimento criado com a Petição que apresentou à Assembleia da República para defesa do direito de escolha.

 

Data de introdução: 2008-03-06



















editorial

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Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

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