EDUCAÇÃO

Presidente insiste no 12º ano como meta de escolaridade mínima

O Presidente da República insistiu hoje na meta do 12º ano como escolaridade mínima, num discurso em que destacou a importância da família e da colaboração entre sociedade civil e poderes públicos no combate à exclusão. As posições de Cavaco Silva foram proferidas no segundo almoço anual da Associação de Empresários para a Inclusão Social, que juntou num hotel de Lisboa membros do Governo e empresários dos mais diversos ramos.

"Mesmo nestes tempos difíceis, para os empresários e não só, há investimentos que têm de continuar a ser feitos e até reforçados. Um deles é claramente o investimento na educação", apontou, tendo a ouvi-lo o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos.

Depois de elogiar a Associação de Empresários para a Inclusão Social, considerando que "tem contribuído para abrir caminhos na mobilização de outros agentes para o combate ao abandono e exclusão social", designadamente no terceiro ciclo do básico, o Presidente da República destacou a importância do papel dos mediadores e da família.

"Os chamados mediadores são pessoas que estão em contacto com a escola, a família e que tentam impedir os comportamentos desviantes dos jovens. Cada vez que um revela insucesso nos estudos ou dá indícios de se encaminhar para a delinquência, droga, ou marginalidade, aí está o mediador, junto da família", sublinhou o chefe de Estado.

Neste contexto, Cavaco Silva frisou que "a família tem um papel fundamental, sendo mesmo decisiva para que os jovens não abandonem a escola e tenham sucesso".

25.11.2008

 

Data de introdução: 2008-11-25



















editorial

Plano interministerial e intersectorial para a Saúde e Longevidade da população (II)

Pelo Despacho n.º 2367/2025, “o XXIV Governo Constitucional, em consonância com os compromissos assumidos no seu programa de governação e no Compromisso de Cooperação para o Setor Social e Solidário para o biénio...

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Em memória de Eugénio Fonseca
Perdemos em agosto Eugénio Fonseca, de quem fui, nestes últimos anos, companheiro de colunas de opinião aqui no Solidariedade. Partiu um homem bom. Esta homenagem nasce da amizade, do...

opinião

EUGÉNIO FONSECA (1957-2026)

Calou-se uma voz importante da solidariedade
Eugénio Fonseca, presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado, morreu a 12 de agosto de 2026, aos 69 anos, vítima de paragem cardiorrespiratória.