AVEIRO

Cavaca gigante lançada na segunda-feira, dia 12

Tem dois metros de comprimento e 60 centímetros de largura. É a maior cavaca do mundo, é lançada na segunda-feira e marca o arranque do projecto Ajud’arte

A cavaca gigante foi confeccionada pela doceira Silvina Raimundo, bem conhecida pelos ovos-moles e bolos tradicionais de Aveiro cuja confeitaria fabrica há décadas, e vai ser “lançada” da Capela de São Gonçalinho, na manhã por excelência dedicada aos mais pequenos. Esta é uma iniciativa do Centro Social e Paroquial da Vera Cruz (CSPVC) que, além de querer prestar homenagem ao santo padroeiro do bairro da Beira Mar e cumprir uma das tradições mais acarinhadas pela população aveirense, marca o arranque do projecto Ajud’arte.

Um programa de acções que vai decorrer ao longo deste ano e que junta as artes ao objectivo de angariar mais de 300 mil euros para a conclusão da Creche da Vera e do Cruz. De acordo com Paula Hipólito, técnica da instituição, este equipamento estará de portas abertas em Setembro deste ano e até lá é imperioso juntar a verba em falta. “Já fizemos de tudo, desde concertos a jantares, passando por espectáculos de bailado e cortejos paroquiais. Tudo para juntar dinheiro, mas agora na recta final houve que fazer algo mais sustentado e que surtisse melhores resultados”, diz, referindo-se ao projecto “Ajud’arte”.

Tendo como padrinho oficial Zé Pedro, guitarrista dos Xutos & Pontapés, esta é uma iniciativa que vai acontecer em vários locais, para públicos diferenciados e cujas acções estão sempre relacionadas com as artes. Um projecto que ganha uma dimensão especial, se se tiver em conta que para cada arte, o CSPVC convidou figuras mediáticas do panorama artístico local, regional e nacional.

Graças a estes parceiros, vai ser possível dinamizar ateliers e workshops tão diversos como culinária japonesa, pintura para pais e filhos, transformação de peças de vestuário, cursos de imagem, croché para canhotos, massagem para bebés, modelagem de balões ou pintura em papel de arroz com tinta-da-china, entre muitos outros. A estas propostas, juntam-se concursos, “pedi-pappers”, pintura comunitária de um painel de azulejos que será colocado numa das paredes da Creche da Vera e do Cruz, um almoço partilhado e, eventualmente, o lançamento de um livro tendo como personagens centrais a dupla Vera e Cruz. São “mil e uma” estratégias para juntar a verba necessária para a inauguração do novo equipamento, mas Paula Hipólito destaca o seu valor social e cultural, pois “todas as iniciativas querem oferecer algo à comunidade onde estamos inseridos” e isso consegue-se não só com a variedade de temáticas, mas também com os “nomes” que a elas estão associados.

Fonte: Diário de Aveiro
10.01.2008

 

Data de introdução: 2009-01-10



















editorial

Voltar a casa

Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

O risco de retrocesso nos apoios à vida independente
O Orçamento de Estado para 2026 foi justamente elogiado por se abster dos clássicos “cavaleiros orçamentais”, designação pela qual são conhecidas as...

opinião

EUGÉNIO FONSECA

Que espero do novo Presidente da República?
Está próxima a eleição do novo Alto Magistrado da Nação. Temos mais duas semanas para que os candidatos, de forma serena, com objetividade e no âmbito dos...