KAZOO

Primeiro serviço móvel de cariz social

Kazoo é o nome do primeiro serviço móvel de cariz social a nível nacional. Lançado pela TMN, em parceria com a Generation Kazoo, esta nova solução vai canalizar 5% de todos os carregamentos efectuados pelos clientes no cartão Kazoo para uma instituição social. O cliente é quem decide qual a instituição para a qual revertem as receitas.

Já imaginou poder ajudar a melhorar algo em que acredita, sempre que fizer uma chamada ou enviar um SMS do seu telemóvel? Agora já pode. A TMN apresenta-lhe Kazoo, a primeira solução de comunicações móveis disponibilizada em Portugal, com o objectivo de apoiar comunidades de carácter social.

A operadora de comunicações móveis da PT associa-se à Generation Kazoo e lança este serviço inovador e pioneiro em Portugal. Através do cartão Kazoo, os utilizadores podem fazer reverter 5% dos carregamentos efectuados a favor de uma instituição social à sua escolha, entre o conjunto de entidades com as quais foram estabelecidos protocolos.

Neste momento encontram-se associadas ao projecto Kazoo um leque alargado de comunidades sociais: a ACAPO, Ajuda de Berço, Ajuda de Mãe, Aldeias de Crianças SOS, AMI, Amnistia Internacional Portugal; Casa Índigo, Comunidade Vida e Paz, Entreajuda, Fundação PT, Fundação do Gil, Liga dos Bombeiros, Associação CAIS, Fundação ‘O Século’, Liga Portuguesa Contra a Sida, Quercus e a União Zoófila. Para facilitar a adesão, as instituições estão agrupadas por temas. Depois de escolhida a causa e entidade, o utilizador terá apenas que indicar os seus dados pessoais e o número de telemóvel Kazoo. De salientar que a Kazoo disponibiliza a qualquer entidade ou causa de cariz social uma ferramenta online (http://www.kazoo.pt/) para a criação de novas comunidades.

Para adquirir um cartão recarregável Kazoo, o cliente apenas tem que ligar para o número 707 96 80 80, entrar em http://www.kazoo.pt/ onde é possível seleccionar a entidade pretendida ou dirigir-se à Fnac. A Kazoo assegura que enquanto o utilizador carregar o seu cartão para telemóvel, a associação escolhida recebe 5% do valor. Esta é uma forma original do utilizador apoiar uma causa com a qual se identifica, sem alterar os seus hábitos do telemóvel e sem custos acrescidos.

O serviço móvel Kazoo inclui os mesmos serviços da TMN, por via da marca UZO, através de outras co-brands como a Benfica Telecom e a Dragão Mobile. Apresenta também um tarifário vantajoso dentro da rede Kazoo: 0,05 até 0,10 cêntimos na voz, 0,25 cêntimos em SMS, 0,386 cêntimos em MMS. Para outras redes, os preços de voz vão de 0,125 a 0,25 cêntimos (todos os valores com IVA incluído).

O cartão recarregável Kazoo pode ser adquirido por 10 euros, já com 10 euros em chamadas (5 euros de saldo inicial e 5 euros no primeiro carregamento de valor igual/acumulado). Após a activação, estão também previstos 10% de bónus no valor carregado, durante seis meses. Uma das facilidades deste cartão é o facto do cliente poder manter o número de telemóvel actual.

“Desde o primeiro momento que nos foi apresentada a ideia Kazoo que a apoiámos entusiasticamente”, afirmou José Carlos Baldino, administrador da PT, durante o lançamento do novo serviço que decorreu no Centro de Conferências da TMN. Este apoio surgiu por duas razões: por ser “um projecto genuinamente empreendedor” e porque “está no nosso DNA apoiar projectos de cariz social. No que depender da PT, este projecto será um grande sucesso ao qual daremos o melhor de nós”, reforçou o responsável.

“A Kazoo é mais que um projecto. Significa estarmos presentes na sociedade”. A TMN “ajudou a crescer” esta iniciativa, salientou Ricardo Oliveira, um dos responsáveis da Kazoo. Trata-se de um projecto “com vistas largas” declarou ainda Rodrigo Santos, director da Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, uma das entidades associadas ao projecto.





 

Data de introdução: 2009-01-17



















editorial

Voltar a casa

Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

O risco de retrocesso nos apoios à vida independente
O Orçamento de Estado para 2026 foi justamente elogiado por se abster dos clássicos “cavaleiros orçamentais”, designação pela qual são conhecidas as...

opinião

EUGÉNIO FONSECA

Que espero do novo Presidente da República?
Está próxima a eleição do novo Alto Magistrado da Nação. Temos mais duas semanas para que os candidatos, de forma serena, com objetividade e no âmbito dos...