CRISE

Presidente da CNIS aprova imposto para os mais ricos

O presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade, padre Lino Maia, vê com “apreço” a possibilidade de o Governo lançar um imposto para os mais ricos.


“Estou absolutamente convencido de que a generalidade dos portugueses quer contribuir para a solução [do défice das contas públicas] e aqueles que têm mais possibilidades não se põem fora deste desígnio nacional”, disse à Agência ECCLESIA.


O sacerdote defende que a taxa deve recair sobre “o capital”: “As iniciativas têm incidido sobretudo sobre o trabalho e penso que devem agora basear-se sobre as transações e o património”.


O padre Lino Maia acredita que o imposto não servirá prioritariamente para solucionar o défice mas constituirá “um sinal de que a solução só se encontra com o empenho de toda a gente”.


A nova taxa poderá ser discutida proximamente pelo Governo, revelou uma fonte próxima do primeiro-ministro citada pela Agência Lusa, na sequência de medidas similares aplicadas recentemente ou a serem estudadas em países europeus.

 

Data de introdução: 2011-08-26



















editorial

Prestação Social Única

Nunca o trabalho poderá ser encarado como uma pena acessória de quem é vítima da pobreza, mas é justo que seja visto como uma expressão da dignidade humana pelo que é bom e salutar que todos sejam acompanhados e orientados para o...

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

PSU: um regresso à inserção ainda por confirmar
Volto ao tema da Prestação Social Única, que tratei no artigo anterior. A simplificação dos apoios sociais é, em si mesma, uma boa ideia. O problema estava —...

opinião

EUGÉNIO FONSECA

O campeonato da Solidariedade
A maior parte dos cidadãos portugueses, de aquém e além-fronteiras, vibraram com o Mundial de Futebol, sobretudo com a nossa seleção.