IPSS MADEIRA

CNIS teme cortes no apoio ao sector solidário

O presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) manifestou preocupações sobre o futuro das IPSS na Madeira, por causa dos cortes nos “apoios” do Governo Regional. “Elas [Instituições] prestam serviços enormes, são absolutamente necessárias e não podem ser postas em causa”, referiu à Agência ECCLESIA o padre Lino Maia, que marcou presença num seminário sobre "Sustentabilidade das IPSS e responsabilidade face à crise actual", no Funchal.

“Temo que as Instituições de Solidariedade da Madeira venham a passar por uma situação muito difícil, porque têm vindo a beneficiar de apoios muito significativos por parte do Governo Regional e, apesar de não estar nada decidido, estes podem vir a ser muito reduzidos, senão mesmo cortados”, indica o sacerdote.

O assunto vai ser “adequadamente” abordado no encontro, indica o presidente da CNIS, apelando a uma “certa resiliência, por parte das Instituições” e na necessidade de se procurarem “formas de autossustentação”.

Filomena Bordalo, assessora da CNIS; Américo Mendes, docente da Universidade Católica do Porto; Eugénio da Fonseca, presidente da Caritas Portuguesa e Silva Peneda, presidente do Conselho Económico são outros intervenientes neste seminário, que vai ser encerrado pelo padre Lino Maia.

A iniciativa realiza-se no âmbito dos encontros entre a CNIS e as suas associadas de todo o país, incluindo as Regiões Autónomas.

 

Data de introdução: 2011-10-23



















editorial

Autonomia das IPSS

Um provedor para zelar pela autonomia de todas as IPSS só seria admissível se fosse escolhido pelo conjunto de todas as IPSS, de todas as suas origens, de todas as afinidades e de todas as Entidades Representativas. 

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