MADEIRA

PCP-M requer audição parlamentar sobre a situação das IPSS no arquipélago

O deputado Edgar Silva anunciou hoje que o PCP/Madeira vai apresentar na Assembleia Legislativa regional um requerimento, solicitando uma audiência parlamentar urgente ao Governo Regional sobre a situação das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) no arquipélago. O deputado comunista justificou esta iniciativa devido às dificuldades financeiras que as IPSS estão a viver em consequência das dívidas do Governo Regional a estas instituições pelos serviços que prestam ao nível de cuidados de saúde e de apoio social.

Esta intenção foi anunciada no final de uma iniciativa política que visou "apresentar a responsabilização do Governo Regional da Madeira pela ruptura social que se verifica actualmente na região".

Com base num comunicado interno, informando das dificuldades financeiras por que atravessa o Centro de Reabilitação Psicopedagógica da Sagrada Família, dirigido pelas Irmãs Hospitaleiras, Edgar Silva denunciou aquilo que designa por "ruptura social" devido ao "avolumar de dívidas do Governo Regional a estas instituições de carácter social". "Neste comunicado é dado conta das dificuldades em cumprir o pagamento de salários e aos fornecedores devido aos atrasos do Governo Regional", revelou.

"O Governo Regional é o responsável por esta situação de ruptura social com implicações gravíssimas nas populações pondo em causa a prestação de serviços na área da saúde e do apoio social", referiu.

"Vamos, por isso, requerer, com carácter de urgência, uma audição parlamentar ao Governo Regional na Assembleia Legislativa para debater a situação gravíssima em que estão mergulhadas as Instituições Particulares de Solidariedade Social", disse

 

Data de introdução: 2011-12-02



















editorial

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Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

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