06 DE OUTUBRO

Festa da Solidariedade em Faro

A Festa começou em Lisboa em Setembro de 2007. No ano seguinte mudou-se para Barcelos. Em 2009 chegou a Viseu. Castelo Branco cumpriu a tradição em 2010. No ano passado, em Santarém, a Festa prolongou-se por dois dias de Maio e incluiu o encerramento do congresso “Rumo Solidário para Portugal” que decorreu em paralelo.
Depois de Lisboa, Barcelos, Viseu, Castelo Branco e Santarém a sexta edição da Festa da Solidariedade vai realizar-se no Jardim Manuel Bívar, em Faro, no dia 6 de Outubro.
O encontro anual de representantes das Instituições Particulares de Solidariedade Social vai decorrer durante a tarde de sábado, num regresso ao figurino tradicional, mostrando, quer na plateia quer no palco, a natureza espontânea do trabalho solidário. A recepção a todos os convidados será feita às 14 horas, antecipando em meia hora a chegada da Chama da Solidariedade. Depois das intervenções e da aclamação da tocha solidária seguir-se-á a animação musical até às 19 horas.
Eleutério Alves é mais uma vez o coordenador da Festa da Solidariedade. O dirigente da CNIS apela à participação das IPSS: “É certo que este ano as instituições do Norte vão ter que vencer maiores distâncias para chegarem ao convívio. Sabemos que é um esforço complicado tendo em conta os tempos difíceis que estamos a atravessar. Mas, é fundamental que as instituições se juntem à Festa. Para mostrar ao país a Solidariedade.”
A Chama da Solidariedade, depois de, no ano transacto, ter navegado nas águas do Tejo, vai até ao Algarve num percurso de três dias. No dia 2 faz a ligação entre Santarém e Évora: No dia 4 de Outubro o facho atravessa o Alentejo entre Évora e Beja. No dia 5 cumpre a última etapa pernoitando já em Faro para ser estrela principal no palco da Festa.

 

Data de introdução: 2012-08-22



















editorial

Plano interministerial e intersectorial para a Saúde e Longevidade da população (I)

O caminho da consciencialização pública e política sobre a necessidade de um Plano interministerial e intersectorial para a Saúde e Longevidade da população, cuidando do envelhecimento ao longo da vida, tem já um longo...

Não há inqueritos válidos.

opinião

EUGÉNIO FONSECA

Por uma democracia melhor
Vivemos num regime democrático. Este modelo de governação não é novo. Remonta aos tempos da Grécia Antiga. Não sendo, ainda, um modelo perfeito, é...

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

PSU: um regresso à inserção ainda por confirmar
Volto ao tema da Prestação Social Única, que tratei no artigo anterior. A simplificação dos apoios sociais é, em si mesma, uma boa ideia. O problema estava —...