FESTA DA SOLIDARIEDADE

Chama ilumina e aquece corações em Coimbra

Depois de uma manhã de visitas a diversas IPSS do concelho de Peniche, onde foi acesa uma vela, a Chama da Solidariedade seguiu viagem até Coimbra, onde a esperavam diversas instituições do distrito, para assistir à passagem de testemunho.
Junto ao Convento da Rainha Santa, dezenas de utentes de muitas IPSS do distrito de Coimbra aguardaram a chegada da Chama. Após a entrega da Chama pela UDIPSS Leiria à de Coimbra, foi tempo de o padre António Sousa, pároco de Santa Clara e ex-presidente da Cáritas de Coimbra, proferir algumas palavras sobre «A chama solidária e a Rainha Santa Isabel», recordando o espírito “da rainha que foi mais santa do que rainha”.
Depois de fazer uma breve resenha histórica da sua passagem pelo sector solidário e da história de vida da Rainha Santa Isabel, o padre António Sousa deixou um conselho: “Devemos conhecer a Santa Isabel para imitar o seu exemplo”.
O padre António Sousa lembrou ainda dois dos maiores significados da Chama: "É a luz que ilumina o caminho da solidariedade, ou seja, é a luz que tem a capacidade de abrir novos caminhos... E é também a chama que aquece os corações solidários".
Terminada a alocução, a Chama da Solidariedade seguiu em cortejo até à Praça do Comércio, no coração da cidade, onde se realizou uma pequena confraternização solidária, com diversos espectáculos. Gaiteiro Zé Vira, Saltimbancos do CPT de Sobral da Ceira, o grupo de Guitarras da Associação «Menina e Moça» e ainda a Banda Filarmónica da Associação Recreativa e Musical de Ceira preencheram o programa, que começou com as habituais palavras das entidades oficiais.
Na plateia a atenção, entusiasmo e alegria combatiam o elevado calor que se sentia, aliviado pelas gargalhadas e bom-disposição reinantes.
A tarde na Praça do Comércio terminou com sardinhas e febras assadas, um conforto para o corpo, depois das almas terem sido aquecidas pela Chama da Solidariedade.









P.V.O.

 

Data de introdução: 2013-06-28



















editorial

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Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

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opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

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