Cancro da mama mata cinco mulheres por dia

Cinco mulheres morrem diariamente por cancro da mama e aparecem entre 3.500 a quatro mil novos casos por ano em Portugal. Ainda assim, 90% das doentes são curadas quando é detectado a tempo. Números divulgados ontem aquando da passagem por Coimbra do “Comboio contra o Cancro da Mama”

«O cancro da mama é o que mais mata no sexo feminino e o nosso objectivo é precisamente baixar a taxa de mortalidade». O alerta é do presidente do Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Joaquim Correia dos Santos explicou que a iniciativa, integrada na Semana de Prevenção do Cancro da Mama, se destina a alertar todas as mulheres para o facto de fazerem o auto-exame do seio e, ao mesmo tempo, motivá-las a aderirem ao rastreio do cancro da mama, em especial as que têm entre 45 e 69 anos. É que, justificou, «morrem diariamente cinco mulheres por cancro da mama e aparecem entre 3.500 a quatro mil novos casos por ano em Portugal». 

O responsável falava na Estação de Coimbra B (Estação Velha) aquando da passagem do “Comboio contra o Cancro da Mama”. «A iniciativa do comboio é para motivar as pessoas a seguirem o nosso conselho: apanhem o comboio o mais rápido possível para chegarem a tempo ao destino», ilustrou. Ou seja, alertou, é preciso prevenir, porque a prevenção é a melhor forma de se evitar um eventual cancro da mama. Até porque 90% das mulheres são curadas quando lhes é detectado o cancro a tempo.
A iniciativa incluiu também a distribuição de material de educação para a saúde sobre o cancro da mama no comboio e nas estações. 

A Semana de Prevenção do Cancro da Mama é promovida pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, Sociedade Portuguesa de Senologia e Associação Laço. 

Para saber mais sobre o cancro da mama

 

Data de introdução: 2004-11-03



















editorial

Voltar a casa

Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

O risco de retrocesso nos apoios à vida independente
O Orçamento de Estado para 2026 foi justamente elogiado por se abster dos clássicos “cavaleiros orçamentais”, designação pela qual são conhecidas as...

opinião

EUGÉNIO FONSECA

Que espero do novo Presidente da República?
Está próxima a eleição do novo Alto Magistrado da Nação. Temos mais duas semanas para que os candidatos, de forma serena, com objetividade e no âmbito dos...