PADRE JOSÉ MAIA

JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA (1)

MISERICÓRDIA: é a lei fundamental que mora no coração de cada pessoa.

Muito se tem dito e escrito sobre o “estado desumano” em que se encontra a Humanidade!

Apesar de haver sinais de esperança e motivos de satisfação por muitas conquistas científicas e tecnológicas que trazem respostas animadoras para problemas que julgávamos insolúveis, ao nível, por exemplo, da saúde, do meio ambiente, de uma maior consciência sobre a perceção do Mundo como uma Casa Comum que TODOS temos de cuidar para se tornar habitável, a verdade é que pairam sobre a Humanidade sombras e ameaças que reclamam uma ação conjunta da RAZÃO e do CORAÇÃO!

O Papa Francisco, assumindo a sua responsabilidade de líder da Igreja Católica e numa ação partilhada com outros líderes religiosos e políticos, veio convocar-nos a TODOS, com urgência e veemência, para o papel da MISERICÓRDIA no estabelecimento de uma nova ordem internacional nas relações entre os Povos, mormente através de uma denúncia, sem papas na língua, do poder económico e financeiro que estão a tomar de assalto, através dos famigerados mercados, o poder político, para subjugarem milhões e milhões de cidadãos indefesos, atirando-os para a valeta de novas escravaturas em pleno século xx1!

No dizer do Papa Francisco, “ a misericórdia é a lei fundamental que mora no coração de cada pessoa, quando vê com olhos sinceros o irmão que se encontra no caminho da vida”.

Que bom seria que o ano de 2016 pudesse vir a constar na História como um marco transformador na governação dos Povos e nas relações pessoais, através da valorização da MISERICÓRDIA como princípio orientador das relações fraternas que todos queremos ver concretizadas no CONVIVIO HUMANO! É utopia? Sim. Poderá ser profecia? Talvez!

 

Pe. José Maia

 

Data de introdução: 2015-07-12



















editorial

Voltar a casa

Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

O risco de retrocesso nos apoios à vida independente
O Orçamento de Estado para 2026 foi justamente elogiado por se abster dos clássicos “cavaleiros orçamentais”, designação pela qual são conhecidas as...

opinião

EUGÉNIO FONSECA

Que espero do novo Presidente da República?
Está próxima a eleição do novo Alto Magistrado da Nação. Temos mais duas semanas para que os candidatos, de forma serena, com objetividade e no âmbito dos...