FUNDAÇÃO ADFP, MIRANDA DO CORVO

Liberdade de Imprensa pelo combate às desigualdades

Porque a Liberdade de Imprensa é também um promotor do combate às desigualdades, à pobreza e à exclusão, a Fundação ADFP – Assistência, Desenvolvimento e Formação Profissional decidiu convidar a Comunicação Social para celebrar o Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, que se assinala a 3 de maio.

Antes de um belo repasto com a inevitável chanfana, foi com uma visita ao Espaço da Mente que Jaime Ramos, presidente da instituição de Miranda do Corvo, quis sublinhar a importância da Liberdade de Imprensa, ainda no âmbito das diversas iniciativas que a Fundação promoveu por ocasião dos 42 anos da Revolução de Abril.

Com o Espaço da Mente – que o SOLIDARIEDADE já teve a oportunidade de desvendar aos seus leitores no final de 2015 –, a Fundação ADFP pretende provocar uma reflexão sobre o Homem assente no corpo, na mente e no espírito. Os objetos que constituem o espólio deste espaço revelam a diferenciação do homem graças à mente que lhe permite criar utensílios fundamentais a todas as atividades humanas, das artes e ofícios tradicionais à filosofia da vida moderna. É a criatividade inovadora que exige liberdade e permite ao homem ocupar livremente toda a terra, do equador aos polos e ambicionar vagas no espaço.

E, depois de uma breve resenha sobre as origens da vida humana até aos nossos dias, por entre objetos da vida quotidiana, seja o carrinho de mão (denominado na região por «triste vida»), sejam os livros, sejam os produtos agrícolas, seja o resultado da mestria dos artesãos, no Espaço da Mente o visitante percorre os caminhos da(s) liberdade(s).

Tudo começa na liberdade de amar e finda na liberdade de crer e de não crer. Pelo meio, a Liberdade de Imprensa, que possibilita ao Homem a denúncia das desigualdades, da pobreza, da exclusão e de muitas outras situações em que o nosso semelhante é colocado numa situação de vulnerabilidade.

 

Data de introdução: 2016-05-04



















editorial

O TRIÂNGULO DA COOPERAÇÃO

A consciência social, aliada ao dever ético da solidariedade, representa uma instância suprema de cidadania, um compromisso inalienável para com os mais vulneráveis e em situação de marginalidade, exclusão e pobreza.

Não há inqueritos válidos.

opinião

EUGÉNIO FONSECA, PRES. CONF. PORTUGUESA DO VOLUNTARIADO

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