CPES – CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DA ECONOMIA SOCIAL

CNIS mantém vice-presidência na nova direção liderada por Manuel Lemos

Manuel Lemos, presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), assumiu a presidência da Confederação Portuguesa de Economia Social (CPES), para promover “uma maior coesão e fortalecimento do sector da economia social”.
Na tomada de posse, no passado dia 2 de fevereiro, em Lisboa, o presidente eleito para um mandato de quatro anos traçou como prioridades “reforçar o papel das organizações do sector social e contribuir para a coesão e fortalecimento da Economia Social, assim como para a construção de uma sociedade mais justa, mais equitativa e mais coesa, que assegure a dignidade e cidadania e promova a qualidade de vida e o desenvolvimento equilibrado do país”.
A CNIS mantém uma das quatro vice-presidências, na qual é representada por Eleutério Alves.
A CPES tem como objetivos principais a promoção e a defesa das organizações da Economia Social, representando o sector a nível nacional e internacional e posicionando-se como um parceiro social na concertação, na definição das políticas públicas e nas orientações estratégicas destinadas à Economia Social.
Recorde-se que a CPES, constituída em 2018, congrega as entidades representativas da Economia Social portuguesas: CNIS - Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade; UMP - União das Misericórdias Portuguesas; CONFAGRI - Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal; CPF - Centro Português de Fundações; CPCCRD - Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto; UMP - União das Mutualidades Portuguesas; ANIMAR - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local; Confecoop - Confederação Cooperativa Portuguesa; e APM - Associação Portuguesa de Mutualidades.

 

Data de introdução: 2022-02-10



















editorial

VII Congresso da CNIS: Conclusões

Nos dias 7 e 8 de outubro de 2026, em Aveiro, o VII Congresso da CNIS refletiu sobre a Pobreza e a Proteção Social, dois dos maiores desafios das sociedades contemporâneas e temas que exigem uma mobilização coletiva e permanente. Num contexto...

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Viver mais exige um país diferente
Quando, em 1990, a ONU instituiu o 1 de outubro como Dia Internacional das Pessoas Idosas, falou da “proteção e promoção dos direitos dos idosos, incluindo o contributo...

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Em memória de Eugénio Fonseca
Perdemos em agosto Eugénio Fonseca, de quem fui, nestes últimos anos, companheiro de colunas de opinião aqui no Solidariedade. Partiu um homem bom. Esta homenagem nasce da amizade, do...