Na sequência da intempérie que assolou a Zona Centro do país na última semana, provocando uma situação de calamidade com impactos severos em comunidades, habitações e infraestruturas locais, vimos por este meio apelar à mobilização solidária.
Pela sua natureza e pelos valores que as orientam, a ajuda mútua e o compromisso com as comunidades, entendemos que as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) estão particularmente bem posicionadas para dar uma resposta concertada com as necessidades no terreno.
Neste sentido, identificam-se como prioritárias as seguintes formas de apoio:
-Água e bens alimentares não perecíveis;
-Equipamentos essenciais ao restabelecimento de condições mínimas de funcionamento.
A disponibilidade para apoiar deverá ser manifestada junto da IPSS de proximidade.
Caso o apoio se concretize através de contributos monetários, essa intenção deverá igualmente ser sinalizada junto da IPSS mais próxima.
Acreditamos que uma solidariedade articulada poderá fazer uma diferença significativa neste momento crítico, reforçando o papel do setor enquanto agente ativo de coesão social e territorial.
O país, em geral, e, muito especialmente alguns distritos, estão a enfrentar condições muitíssimo adversas e demasiadamente prolongadas.
As Instituições Particulares de Solidariedade Social também se confrontam com mais estas muito adversas condições.
Os dirigentes das IPSS têm redobrado esforços para ultrapassar as dificuldades, para preservar os seus utentes e para minorar as adversidades nas comunidades.
Como sempre, os trabalhadores das Instituições tudo estão a fazer para que continuem a ser prestados todos os serviços e os melhores cuidados aos utentes nas várias respostas sociais. Também estão a alargar às comunidades a sua solicitude assim favorecendo a esperança em condições tão difíceis.
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