CENTRO JUVENIL DE CAMPANHÃ

Abriu Centro Educativo em Vila do Conde

No dia 7 de Janeiro, presidida pela Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Dr.ª Idália Moniz, e com a presença da CNIS, representada por Maria Goreti Moreira, decorreu a cerimónia de inauguração do Pólo de Vila do Conde do Centro Juvenil de Campanhã. Entre outros, também estiveram presentes a vereadora da Acção Social da Câmara Municipal de Vila do Conde, o Director do Centro Distrital, Dr. Luís Cunha, e o Dr. Maia Neto, da CNPCJR.
Na sua intervenção, depois da Vereadora da Acção Social de Vila do Conde falar da importância da família e da necessidade de promover políticas de apoio à família até para acautelar situações de precariedade de crianças, a Senhora Doutora Idália Moniz sublinhou que “quando se está a estruturar a família, a criança não pode ficar à espera, e aqui a instituição é a solução, pois se assim não for acaba quase sempre por ser vítima de violência doméstica”...
Destinado a jovens com problemas sócio/familiares, privados de um ambiente familiar normal, o Centro Juvenil de Campanhã, Porto, agora, também, com um novo Pólo em Vila do Conde, é uma modelar Instituição de Solidariedade que trabalha em conjugação com os tribunais de família.
Os alunos, que, para além de outros apoios, contam com efectivo apoio psicológico e acompanhamento de assistentes sociais, frequentam cursos técnicoprofissionais (nomeadamente de Informática de Gestão, Turismo e Marketing) e alguns frequentam os currículos alternativos (há uma quinta com animais para os alunos cuidarem). Normalmente, os alunos necessitam de ter o 9º ano para permanecerem no Centro, mas em casos especiais só é necessário ter o 7º ano. O Centro também é frequentado por alunos externos e possui uma Creche e um Jardim-de-infância.

 

Data de introdução: 2007-02-07



















editorial

Voltar a casa

Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

O risco de retrocesso nos apoios à vida independente
O Orçamento de Estado para 2026 foi justamente elogiado por se abster dos clássicos “cavaleiros orçamentais”, designação pela qual são conhecidas as...

opinião

EUGÉNIO FONSECA

Que espero do novo Presidente da República?
Está próxima a eleição do novo Alto Magistrado da Nação. Temos mais duas semanas para que os candidatos, de forma serena, com objetividade e no âmbito dos...