FAÇA A AJUDA FUNCIONAR. O MUNDO NÃO PODE ESPERAR

Mil milhões de católicos chamados a apoiar campanha global contra a pobreza

Os mais de mil milhões de católicos do mundo estão a ser convocados para uma mobilização massiva, a fim de unirem forças e pressionarem os países ricos para que cumpram as suas promessas de erradicar a pobreza.
Este é o objetivo da campanha mundial «Faça a ajuda funcionar. O mundo não pode esperar» (Make aid work. The world can’t wait), lançada a 8 de Fevereiro em Roma pela rede de Caritas Internacional (CI) e pela aliança CIDSE (Cooperação Internacional pelo Desenvolvimento e a Solidariedade).

Trata-se de solicitar aos líderes do Grupo dos oito (EUA, Canadá, Japão, Reino Unido, França, Itália, Alemanha e Rússia) que cumpram os acordos alcançados em 2005 na reunião de Gleneagles (Reino Unido): mais ajuda ao desenvolvimento e cancelamento da dívida.

As organizações católicas querem lembrar a estes responsáveis políticos que, entre as suas prioridades, deve estar a luta contra a pobreza nos países em vias de desenvolvimento, a maioria dos quais está na África.


Duncan Maclaren, secretário-geral da CI, afirma que «queremos que os países mais ricos do mundo escutem este clamor e levem a cabo os seus compromissos de eliminar a pobreza nos países mais pobres».

«A menos que essas promessas se vejam respaldadas por acções concretas, os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio dirigidos a eliminar a pobreza em 2015 terão fracassado», adverte.

Caritas Internationalis (www.caritas.org) é uma confederação mundial católica integrada por 162 Cáritas nacionais dedicadas à melhoria da dignidade e das condições de vida dos mais pobres e vulneráveis, em cerca de 200 países e territórios de todo o planeta.

CIDSE (www.cidse.org) é uma aliança constituída por 15 organizações católicas de ajuda ao desenvolvimento da Europa e da América do Norte.

Mais informação sobre a campanha em www.make-aid-work.org.

Fonte: Agência Ecclesia

 

Data de introdução: 2007-02-12



















editorial

Voltar a casa

Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

O risco de retrocesso nos apoios à vida independente
O Orçamento de Estado para 2026 foi justamente elogiado por se abster dos clássicos “cavaleiros orçamentais”, designação pela qual são conhecidas as...

opinião

EUGÉNIO FONSECA

Que espero do novo Presidente da República?
Está próxima a eleição do novo Alto Magistrado da Nação. Temos mais duas semanas para que os candidatos, de forma serena, com objetividade e no âmbito dos...