AS IPSS GANHARAM:

Viva a CNIS!

Acabaram as listas, recomeça o trabalho, pois há muito a fazer e o País, agora mais que nunca, precisa das suas IPSS, com representação social e institucional assegurada pela CNIS, a nível nacional, e das suas Uniões Distritais, a nível distrital/regional!

O abraço entre os dois candidatos e a sua presença na mesma mesa no acto de tomada de posse dos novos Órgãos Sociais, em clima de unidade, retomou uma tradição que deverá ficar para o futuro, como uma expressão da UNIDADE NA DIVERSIDADE!

Apreciei também a consideração que, tanto o Presidente da República como o Ministro do Trabalho e da Solidariedade, manifestaram pela CNIS, sabendo que isso se deve certamente ao seu património de ACÇÃO SOLIDÁRIA ao longo dos anos, mas que, indiscutivelmente, como deu para perceber na intervenção do Ministro do Trabalho e Solidariedade, é mérito do Padre Lino Maia, reconduzido como Presidente do Conselho Directivo!
Sabemos que é uma pessoa que preza a humildade; mas é da mais elementar justiça reconhecer-lhe uma dedicação total à CAUSA DA SOLIDARIEDADE através da CNIS e uma actuação que, sendo discreta, nem por isso deixa de ser efectivamente estratégica, valorizando muito o trabalho em equipa!

Daqui desta coluna de um “soldado raso” vai um grande abraço para a nova Equipa Directiva da CNIS e, já agora, também para o Presidente da Assembleia Geral a quem coube, por inerência do cargo, orientar o Congresso. Apesar de um formato pouco favorável para o debate e de um regulamento eleitoral que lhe fez cair no mesa das credenciais uma legião de “descontentes por tanta demora”, impôs-se ao Congresso pela coerência em adoptar como critério o cumprimento do regulamento e a garantia de que ninguém ficaria sem poder votar!

Agora…mãos à obra, através de acções concretas e com dimensão nacional que, por um lado, possam realizar iniciativas que constituam sinais de esperança e solidariedade para os portugueses mais atingidos pela pobreza e exclusão, e, por outro, que, junto dos governantes, tudo façam para que as IPSS possam ser devidamente ancoradas em apoios estatais.
Só desta forma as IPSS poderão servir de almofada social capaz evitando, a todo o custo, que quem deve ser amortecedor nas horas de crise, acabe por ficar “desalmofadado” para enfrentar os embates das crises que aí estão. Se assim for, toda a gente irá entender bem que, afinal, o lema “firmar a esperança e confirmar a solidariedade” é mesmo para levar a sério!

Já agora: parabéns à equipa técnica que transmitiu, recolheu e fez chegar à Internet tudo o que foi acontecendo!

 

Data de introdução: 2009-02-13



















editorial

O TRIÂNGULO DA COOPERAÇÃO

A consciência social, aliada ao dever ético da solidariedade, representa uma instância suprema de cidadania, um compromisso inalienável para com os mais vulneráveis e em situação de marginalidade, exclusão e pobreza.

Não há inqueritos válidos.

opinião

EUGÉNIO FONSECA, PRES. CONF. PORTUGUESA DO VOLUNTARIADO

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