PROJECTO FAS3

A formação tem que continuar

Na presença do secretário de Estado da Segurança Social, Agostinho Branquinho, decorreu em Fátima a sessão de encerramento do Projecto FAS3, depois de 20 meses de muito trabalho em 81 IPSS de Trás-os-Montes ao Algarve.
Logo no início da sessão, o padre Lino Maia lembrou que “o FAS3 é um caminho que não está terminado, porque a formação tem que continuar”, alertando os cerca de 250 dirigentes e colaboradores de instituições presentes de que o percurso trilhado nestes 20 meses necessita de ser consolidado no futuro.
Recorde-se que o Projecto FAS3 tinha como grande enfoque a sustentabilidade das IPSS, daí que fosse dada grande relevância ao curso de Gestão para Dirigentes.
Agostinho Branquinho, por seu turno, sublinhou a vontade do Governo em que “o Estado seja parceiro das instituições sociais”, anunciando que em 2015 haverá “um reforço da dotação da acção social”, revelando haver uma verba de “mais 50 milhões de euros para actualizar e contratualizar novos Acordos de Cooperação”, para as respostas sociais a dar nos equipamentos construídos no âmbito do POPH.
Antes da avaliação do Projecto FAS3, realizada por Palmira Macedo e Américo Mendes (ambos da CNIS), Lurdes Cunha (Quartenaire Portugal, o auditor externo) e Luís Pacheco (Universidade Católica), o secretário de Estado e o presidente da CNIS entregaram os diplomas às IPSS destinatárias do Projecto e aos formandos do curso «Gestão para dirigentes».
Na edição em papel de Novembro, o SOLIDARIEDADE dará conta pormenorizada de tudo o que aconteceu na sessão de encerramento do FAS3.












 

 








P.V.O.

 

Data de introdução: 2014-10-20



















editorial

Voltar a casa

Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

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