PADRE JOSÉ MAIA

Sopram ventos de mudança?

Desde a vinda da troika e com o início do ciclo de austeridade e empobrecimento em que o país se tem visto mergulhado para conseguir equilibrar as finanças públicas, Portugal entrou numa grave crise económica e social que está a conduzir milhões de cidadãos para situações de verdadeira negação dos seus mais elementares direitos sociais.

Por mais que tentemos compreender a dolorosa austeridade que nos tem sido imposta, não podemos deixar de denunciar o calvário de empobrecimento coletivo, que atinge pais e filhos, uma sensação de angústia pela falta de empregos, uma onda de compreensível revolta pela forma desumana como demasiada gente, sobretudo crianças e idosos, se vê (des)atendida nos seus mais elementares direitos de cidadania, sobretudo no domínio do acesso a cuidados de saúde e proteção social, enquanto o poder financeiro continua a locupletar-se impunemente à custa de pequenas poupanças dos pobres!

Estamos já envolvidos em campanhas eleitorais. Não deixemos que os candidatos ao Governo e à Presidência da República reduzam o debate político às questões de economia e finanças!

Na revolução de abril falaram-nos de 3D: descolonização, democracia, Desenvolvimento.

Chamemos a debate o projeto de DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL que cada candidato defende nos seus programas eleitorais!

 

Pe. José Maia 

 

Data de introdução: 2015-05-07



















editorial

Autonomia das IPSS

Um provedor para zelar pela autonomia de todas as IPSS só seria admissível se fosse escolhido pelo conjunto de todas as IPSS, de todas as suas origens, de todas as afinidades e de todas as Entidades Representativas. 

Não há inqueritos válidos.

opinião

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