CONFERÊNCIA REFUGIADOS

Os desafios de acolher e integrar menores não-acompanhados

No contexto da grave crise humanitária que vivemos, com a chegada maciça à Europa de pessoas com necessidade de proteção internacional, a CNIS tem-se vindo a preparar, ao longo dos últimos meses, para o acolhimento e integração dos menores não-acompanhados a acolher em Portugal.

Com o objetivo de reafirmar o empenho do Estado português e da CNIS no acolhimento de refugiados, em geral, e de menores não-acompanhados, em especial, proporcionando um momento de reflexão e discussão sobre os desafios inerentes a este processo, terá lugar no Porto, no próximo dia 3 de novembro de 2016, a conferência «Menores Não-Acompanhados - Preparar o Acolhimento».

Debater-se-á, desde logo, esta crise de refugiados e em que medida a comunidade internacional tem vindo a falhar. Mas falar-se-á também sobre o que implica o reconhecimento do estatuto de proteção internacional a estes menores, designadamente ao nível das soluções de vida que lhes podem ser oferecidas.

Por último, o foco será dedicado aos desafios de acolher, mas principalmente de integrar menores provenientes de outros contextos, designadamente religiosos e culturais.

Haverá ainda um momento dedicado à perspetiva que têm de todo este processo aqueles que vão ser, ao fim e ao cabo, os pares destas crianças, isto é, as outras crianças que estão do lado de cá.

A entrada é livre, mediante inscrição prévia aqui, até ao próximo dia 31 de Outubro, segunda-feira.

 

Data de introdução: 2016-10-27



















editorial

As amas em Creche Familiar

Publica-se neste número do “Solidariedade” o texto do acordo com a FSUGT, na parte que contempla também os novos valores de remunerações acordado para vigorar a partir de 1 de janeiro de 2024.

Não há inqueritos válidos.

opinião

EUGÉNIO FONSECA

A propósito do contributo da CNIS para as próximas eleições
É já tradição que as organizações de diferentes âmbitos, aproveitem os atos eleitorais para fazerem valer as suas reivindicações mais...

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Cuidar da democracia
Neste ano vamos a eleições pelo menos duas vezes (três para os açorianos), somos chamados a renovar o nosso laço político com a comunidade, escolhendo...