Cresce peso das pensões

Cerca de 28% do rendimento anual disponível dos portugueses provém de pensões, subsídios de desemprego e outras prestações da Segurança Social, como por exemplo os abonos. 

Ao mesmo tempo, esta "despesa social" representa 45,5% da despesa pública. Ou seja, metade dos gastos anuais do Estado - que atingem os 49,3% do PIB, de acordo com o Orçamento Rectificativo - são consumidos em transferências para as famílias. 

Desde 1999, o peso das transferências estatais no rendimento disponível das famílias aumentou cinco pontos percentuais, e nos últimos três anos o contributo das pensões para o rendimento cresceu três pontos percentuais. É a consequência do envelhecimento da população.

 

Data de introdução: 2005-07-25



















editorial

DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA E SOLIDARIEDADE

O princípio da dignidade da pessoa humana é central na Doutrina Social da Igreja. Também na Social Democracia. Nesta (DSI), o princípio da dignidade deriva da convicção de que cada ser humano é criado à imagem e...

Não há inqueritos válidos.

opinião

EUGÉNIO FONSECA

As IPSS têm que ser espaços de inclusão
A identidade das nossas Instituições de Solidariedade Social fica posta em causa se, por qualquer razão, fizerem aceção de pessoas. A matriz solidária obriga...

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Contrarreforma laboral: a precariedade nunca existiu
Desde a mudança de paradigma ocorrida com a aprovação do Código de Trabalho em 2003, os governos têm privilegiado mudanças graduais na legislação...