PLATAFORMA DATALABOR COM PARTICIPAÇÃO DA CNIS

Para se saber mais sobre o mundo do trabalho e da proteção social

A nova plataforma DataLABOR, uma iniciativa de universidades, empresas e do terceiro setor vai agregar dados do trabalho e proteção social, segundo um comunicado.

Esta ferramenta, que "irá dar contributos para a formulação de políticas públicas" pretende apoiar "respostas aos efeitos da pandemia da covid-19, proporcionando a empresas, organizações sindicais ou ao terceiro setor informação necessária à gestão, tomada de decisões e formulação de estratégias", lê-se na mesma nota.

A plataforma é uma iniciativa do CoLABOR, Laboratório Colaborativo para o Trabalho, Emprego e Proteção Social criado por oito entidades: o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, o Instituto de Direito Económico, Financeiro e Fiscal da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, o ISCTE -- Instituto Universitário de Lisboa, a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade -- CNIS, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, a Delta Cafés, o grupo Sonae e a Mota-Engil.

Manuel Carvalho da Silva, coordenador do CoLABOR, explicou, citado no mesmo comunicado, que se trata "de uma plataforma inovadora que agrega dados estatísticos e jurídicos com o objetivo de simplificar o acesso a dados nacionais e internacionais sobre trabalho, emprego e proteção social".

A iniciativa resulta da colaboração entre o ensino superior, grandes empresas e o terceiro setor e "constitui um contributo da sociedade civil para a reflexão e para um debate público mais amplo, informado e aprofundado", acrescentou o responsável.

"A DataLABOR vem colmatar uma lacuna existente na disponibilização de dados sobre o mundo do trabalho e da proteção social, relacionando dados e legislação de forma a informar as políticas públicas e a apoiar a tomada de decisão de entidades privadas e associativas, numa lógica de ação e prospeção", adiantou ainda Manuel Carvalho da Silva.

 

Data de introdução: 2020-11-12



















editorial

Magnifica Humanitas

Na encíclica, Leão XIV dirige o olhar da Igreja para uma pergunta decisiva do nosso tempo: o que acontece com o homem quando a tecnologia passa a influenciar a própria compreensão da realidade, da verdade e da dignidade humana? 

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Da inserção à fiscalização dos pobres
O Governo apresentou à Assembleia da República uma proposta de alteração legislativa que cria a Prestação Social Única, substituindo diversas...

opinião

EUGÉNIO FONSECA

Para uma “Magnífica Humanidade”
Não vou abordar o conteúdo específico da Encíclica “Magnifica Humanitas”, do atual Papa, “sobre a salvaguarda da pessoa humana na Era da...