ESPOSENDE

Câmara Municipal vai atribuir 20 bolsas de estudo em regime de ocupação de tempos livres

A Câmara Municipal de Esposende no âmbito da sua política educativa, tem como um dos principais objectivos proporcionar o acesso de todos à educação e, como tal, tem vindo a tomar medidas no sentido de possibilitar aos estudantes a progressão dos seus estudos, independentemente, da sua situação económica. Neste sentido, e a pensar nos jovens mais carenciados do concelho que frequentam o ensino superior, a Autarquia decidiu atribuir 20 bolsas de estudo em regime de Ocupação de Tempos Livres. 

As candidaturas decorrem durante o mês de Abril e podem ser feitas no Serviço de Atendimento Personalizado da Autarquia. 

Esta acção implica um investimento da Câmara Municipal de 15 mil euros, já que o valor nominal anual estabelecido para as bolsas é de 750 euros. Para se candidatar, o aluno deverá ser residente no Concelho, não possuir nenhuma licenciatura ou bacharelato e ter tido bom aproveitamento escolar no ano lectivo anterior. 

À semelhança de anos anteriores, os estudantes contemplados com a bolsa de estudo têm o dever de desenvolver, durante um período de 22 dias úteis das férias lectivas, trabalhos de índole social, cultural, ambiental desportivo e/ou administrativo, consoante as suas preferências, proporcionando-lhes desta forma, o contacto directo com algumas realidades profissionais e a oportunidade de servirem a comunidade concelhia. 

Segundo o Presidente da Câmara Municipal, João Cepa, “a atribuição das bolsas de estudo insere-se na política educativa que a Autarquia tem vindo a desenvolver e com a qual pretende, para além de proporcionar um maior desenvolvimento social, económico e cultural, estimular os jovens a ingressar no ensino superior”. Relativamente à atribuição de bolsas de estudo em regime de ocupação de tempos livres, o autarca vê nesta medida “vantagens para ambas as partes, os jovens passam a colaborar com a autarquia obtendo, mais cedo, contacto com o mercado de trabalho e em áreas de opção conforme as suas apetências e motivações”.

 

Data de introdução: 2006-02-20



















editorial

Autonomia das IPSS

Um provedor para zelar pela autonomia de todas as IPSS só seria admissível se fosse escolhido pelo conjunto de todas as IPSS, de todas as suas origens, de todas as afinidades e de todas as Entidades Representativas. 

Não há inqueritos válidos.

opinião

EUGÉNIO FONSECA

Estado e Sociedade - complementaridade e cooperação
As relações entre o Estado e as diferentes Organizações da sociedade civil têm sido alvo de muitos debates, mas permanecem em muitas mentes algumas...

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Creche gratuita: o compromisso cumpre-se com vagas
A gratuitidade das creches é um compromisso político forte com as famílias e, para muitas delas, uma esperança concreta. Mas só é real quando se traduz numa vaga...