INTERNET

Associação Raríssimas no Twitter e no Facebook

A Raríssimas - Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras pode ser seguida na rede social Facebook e na rede de microblogging Twitter. "Com o objectivo de divulgar informação em tempo real sobre as mais diversas doenças raras, a Raríssimas adoptou mais duas ferramentas de comunicação. Através das redes sociais Twitter e Facebook, as doenças raras encontram-se agora à distância de apenas um ‘click’, passando a servir os milhares de internautas que utilizam estes espaços virtuais”, indica a associação em comunicado divulgado hoje.

“Através do Twitter e do Facebook estamos mais perto de abranger a totalidade da população portuguesa, chegando também à comunidade internacional”, indicou a presidente da Raríssimas, Paula Brito e Costa.

Entre seis e oito por cento da população da UE sofre de uma doença rara

São conhecidas cerca de sete mil doenças raras, entendendo-se por doença rara todas as patologias que afectam uma em cada 2000 pessoas.

Estima-se que entre seis e oito por cento da população na União Europeia (o equivalente a um universo entre os 24 e os 36 milhões de indivíduos) sofra de uma doença rara. Cerca de 80% das doenças raras tem subjacente uma alteração genética.

A Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras – Raríssimas, foi criada em 2002 por um grupo de pais de filhos portadores de uma doença rara, com o objectivo de partilhar as mesmas necessidades e dificuldades e de lutar pela dignidade e qualidade de vida dos seus filhos.

Com sede em Lisboa e delegações nos Açores e no Porto, a Raríssimas procura apoiar todos os doentes, familiares e amigos de quem convive com as doenças raras.

Fonte: Público

 

Data de introdução: 2009-09-08



















editorial

Voltar a casa

Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

O risco de retrocesso nos apoios à vida independente
O Orçamento de Estado para 2026 foi justamente elogiado por se abster dos clássicos “cavaleiros orçamentais”, designação pela qual são conhecidas as...

opinião

EUGÉNIO FONSECA

Que espero do novo Presidente da República?
Está próxima a eleição do novo Alto Magistrado da Nação. Temos mais duas semanas para que os candidatos, de forma serena, com objetividade e no âmbito dos...