ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Prémio Direitos Humanos 2011 atribuído à CNIS

A Assembleia da República, em 2011, atribui o Prémio Direitos Humanos à CNIS, Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade. Este prémio tem o valor pecuniário de 25 mil euros e foi decidido pela Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias do Parlamento.
O Prémio Direitos Humanos, aprovado pela Assembleia da República através da Resolução n.º 69/98 de 10 de Dezembro, com as alterações introduzidas pela Resolução n.º 48/2002 de 4 de Julho, (publicadas, respectivamente, nos DR, I Série A, n.º 294/98, de 22/12 e n.º 166/02 de 20/7) “destina-se a reconhecer e distinguir o alto mérito da actividade de organizações não governamentais ou do original de trabalho literário, histórico, científico, jornalístico, televisivo ou radiofónico, publicados em Portugal entre 1 de Julho do ano anterior e 30 de Junho do ano da atribuição, que contribuam para a divulgação ou o respeito dos direitos humanos, ou ainda para a denúncia da sua violação, no País ou no exterior, da autoria individual ou colectiva de cidadãos portugueses ou estrangeiros.”
A entrega do prémio será efectuada no dia 13 de Dezembro, na pessoa do presidente da CNIS, Padre Lino Maia, que, ao Solidariedade, sublinhou a importância desta distinção: “A Assembleia da República demonstra, com a atribuição deste prémio, que tem estado atenta ao trabalho digno, árduo e sério desenvolvido pela CNIS que, em defesa das IPSS, tem promovido os valores da justiça social e da solidariedade. O prémio distingue, de uma maneira geral, o labor dos dirigentes voluntários e, de forma muito particular, os que desempenham funções nos órgãos sociais da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade.”

 

Data de introdução: 2011-12-04



















editorial

IDENTIDADE E AUTONOMIA DAS IPSS

As IPSS constituem corpos intermédios na organização social, integram a economia social e são autónomas e independentes do Estado por determinação constitucional.

Não há inqueritos válidos.

opinião

EUGÉNIO FONSECA

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Nas últimas eleições para o Parlamento Europeu foi escandaloso o nível de abstenção. O mesmo tem vindo a acontecer nos passados atos eleitorais europeus

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

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