ISABEL MONTEIRO

CNIS passa a ter Secretária-geral

Isabel Monteiro, que desempenhava funções de coordenadora da Diocese de Setúbal, no projecto “Dar e Receber” da Cáritas Portuguesa, em parceria com o Banco Alimentar, e era diretora de serviços no Centro Social S. Francisco Xavier, foi convidada pela CNIS para as funções de Secretária-geral.

Ao jornal Solidariedade Isabel Monteiro deu conta da satisfação do convite feito pelo presidente Lino Maia em nome da direcção: “Estou de novo no Norte, a minha terra. Venho com o coração e a mente cheios, no sentido de dar o melhor que tenho e sou ao serviço da Solidariedade, na CNIS. Fui convidada para exercer as funções de Secretária-geral e aceitei de imediato.”

Nas funções que vai desempenhar ao serviço da CNIS cabem a coordenação administrativa e a gestão dos recursos humanos, fazendo a ligação da estrutura, das associadas e das Uniões com a direção da Confederação. “Cabe-me de forma muito clara abraçar a estrutura e com ela estabelecer elos de ligação que sejam facilitadores para todos. Venho para servir a CNIS, as UDIPSS, enfim todos (as) os que de uma forma ou de outra vivem e praticam a Solidariedade. A missão que me trouxe ao Porto assumo-a como um serviço. Os horizontes são largos e abrangentes e a sua convergência, numa só razão, tornam-na desafiante: em tudo servir com respeito, dedicação, coração.”

Isabel Monteiro, com 55 anos, tem um longo percurso no setor solidário: pertenceu à direção da União das Instituições Particulares de Solidariedade Social; esteve na direção e foi presidente da Casa de Nossa Senhora do Rosário, Figueira da Foz; pertenceu à equipa diretiva do Colégio de Nª Sª da Paz, no Porto; foi presidente da SEIVA; foi vogal da Direção da Cáritas Portuguesa onde desempenhou o cargo de presidente Interina da Cáritas Portuguesa.“Agradeço à direção e muito particularmente ao Sr. Padre Lino Maia o desafio que me colocou e a confiança que em mim depositou.”

 

Data de introdução: 2014-10-09



















editorial

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Um provedor para zelar pela autonomia de todas as IPSS só seria admissível se fosse escolhido pelo conjunto de todas as IPSS, de todas as suas origens, de todas as afinidades e de todas as Entidades Representativas. 

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