PADRE JOSÉ MAIA

Obrigado, Padre Lino!

Ainda no rescaldo do sufrágio eleitoral na CNIS em que o Padre Lino Maia voltou a merecer, por voto secreto, a confiança das centenas de Instituições Particulares de Solidariedade Social filiadas na Confederação Nacional de Instituições de Solidariedade, quero, em nome pessoal, dizer-lhe, através do SOLIDARIEDADE: OBRIGADO, PADRE LINO!

Conheço relativamente bem o que significa assumir as responsabilidades de presidente da CNIS, assegurando o cumprimento dos objetivos que os estatutos da CNIS exigem da Direção Nacional e das equipas de trabalho por ela lideradas para prestarem relevantes serviços de apoio social, técnico, jurídico e negocial ao conjunto das Instituições. Por isso mesmo, e sem desprimor por todos aqueles que, anteriormente, desempenharam já estas funções de liderança, sinto-me legitimado para reconhecer a coragem e o sentido de missão que, nos tempos que correm, significa esta disponibilidade para SERVIR!

Parto do suposto de que os milhares de membros os Órgãos Sociais, bem assim como dos muitos milhares de trabalhadores que asseguram, no dia a dia, o bom funcionamento da imensa rede de equipamentos e serviços ao serviço da Comunidade, têm uma noção exata dos tempos difíceis que o Setor Social tem vindo a atravessar.

A equipa renovada da Direção Nacional da CNIS tem pela frente muitos e complexos desafios para os quais terá de mobilizar todas e cada uma das Instituições, em estreita cooperação com as Uniões Distritais.

Vivemos um “tempo social novo” em que as IPSS terão de ir construindo novas respostas sociais e de solidariedade social para novas temáticas/problemáticas das famílias e comunidades em que estas Instituições estão inseridas!

Por outro lado, vivemos também um “novo tempo político” marcado por uma irritante tentativa de asfixia de tudo quanto é particular/social/cooperativo!

É neste contexto que a reeleição do Padre Lino Maia constituiu uma escolha acertada!

 

Informação aos leitores de SOLIDARIEDADE: apesar de, há já algum tempo, estar a sentir dificuldade em continuar a assegurar ser minha colaboração através desta crónica (por razões de saúde), cessarei, a partir de agora, esta colaboração, agradecendo a oportunidade que me foi dada de, por esta via, manter o contato com a grande FAMÍLIA DA SOLIDARIEDADE!

 

Pe. José Maia

 

Data de introdução: 2019-01-16



















editorial

O TRIÂNGULO DA COOPERAÇÃO

A consciência social, aliada ao dever ético da solidariedade, representa uma instância suprema de cidadania, um compromisso inalienável para com os mais vulneráveis e em situação de marginalidade, exclusão e pobreza.

Não há inqueritos válidos.

opinião

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