FUNDAÇÃO ADFP, MIRANDA DO CORVO

Instituição vacina utentes e colaboradores contra a gripe e a pneumonia

Seguindo as orientações da Direção-Geral da Saúde, as centenas de residentes e colaboradores da Fundação ADFP estão a ser vacinados contra a gripe.

Cientes de que todos os anos morrem em Portugal milhares de pessoas com gripe e pneumonia, os responsáveis da Fundação decidiram associar à vacinação da gripe também a da pneumonia.
A Fundação com esta vacinação contra a pneumonia, associada a vacina da gripe, tem como objetivos aumentar a prevenção, procurando reduzir os riscos de mortes evitáveis num contexto de epidemia Covid-19.
Cada residente (ou família) paga a vacina contra a pneumonia de acordo com as regras do Serviço Nacional da Saúde. A instituição solicitou, previamente, autorização para a vacinação a cada residente, com respeito pela sua liberdade e capacidade de decisão.
A campanha destina-se a residentes maiores de 65 anos ou com risco aumentado devido a comorbidades e doenças crónicas.
A Fundação tem mais de 450 pessoas a residirem nas suas diversas estruturas.
Todas as residências da Fundação com pessoas idosas, deficientes ou doentes mentais, têm serviço de enfermagem permanente e consultas médicas, cuidados muito acima dos mínimos exigidos pelos regulamentos da Segurança Social.
Perante um universo tão diversificado de centenas de residentes, os dirigentes da instituição estão conscientes que a instituição enfrenta um elevado risco de contágio pela Covid-19, pelo que se justifica que tente reduzir os perigos com esta campanha de vacinação anti pneumonia e anti gripe.
O objetivo é garantir a máxima segurança possível aos residentes, prevenindo, dentro do possível, ocorrências que possam originar fatalidades.

 

Data de introdução: 2020-11-05



















editorial

Voltar a casa

Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

O risco de retrocesso nos apoios à vida independente
O Orçamento de Estado para 2026 foi justamente elogiado por se abster dos clássicos “cavaleiros orçamentais”, designação pela qual são conhecidas as...

opinião

EUGÉNIO FONSECA

Que espero do novo Presidente da República?
Está próxima a eleição do novo Alto Magistrado da Nação. Temos mais duas semanas para que os candidatos, de forma serena, com objetividade e no âmbito dos...