EM FÁTIMA

Primeira reunião do Centro de Estudos Sociais da CNIS

O primeiro encontro do Centro de Estudos Sociais realizou-se no dia 24 de Fevereiro, em Fátima, dando cumprimento a uma promessa avançada no Congresso. Estiveram presentes Acácio Catarino, Assessor da Presidência da República para assuntos do Trabalho; Canto Moniz, Presidente da Fundação D. Pedro IV, Custódio Oliveira, especialista em Comunicação, Deolinda Machado da CGTP, Filomena Bordalo, do Instituto de Solidariedade e Segurança Social; João Dias, professor universitário e Mário Caldeira Dias, ex-Director do IEFP; o padre José Maria Cabral Ferreira, da CDDR; e o padre José Maia da Fundação Filos.

Não puderam estar presentes Adão Silva, Deputado e ex-Secretário de Estado da Saúde; Elza Chambel, Direcção-geral de Segurança Social; Mário Lisboa, ex- Inspector-geral da Segurança Social; Palmira Macedo, vereadora na C.M. do Porto e Rui Cunha, ex-Secretário de Estado, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Estiveram também neste encontro todos os membros da Direcção da CNIS e o Professor Eugénio Fonseca será o presidente do CES, tendo como coordenador o Padre José Maia.
Depois de uma muito participada partilha de ideias, seleccionaram-se três temas (educação, desemprego/trabalho e saúde) cada um dos quais será assumido por um grupo de reflexão, prevendo-se que no fim de Abril já se divulgarão algumas reflexões que aparecerão como contributos para orientações de política social de especial interesse para as IPSS’s.

O padre Lino Maia, Presidente da CNIS saudou este primeiro encontro e afirmou ao Solidariedade que o CES "é um grupo de reflexão, debate e pensamento dos temas da solidariedade social que depois a direcção aproveitará para implementar acções e alargar o debate com IPSS. Desse ponto de vista funciona como suporte à direcção da CNIS e de reflexão direccionada para a sociedade, gozando de uma autonomia total."

 

Data de introdução: 2006-03-18



















editorial

Voltar a casa

Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

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