CRIANÇA

Falta

A secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação defendeu uma "verdadeira articulação" entre as instituições que compõem as Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco (CPCJR), considerando impossível trabalhar de forma isolada. "Não é possível detectar os sinais de risco e proteger os menores trabalhando de forma isolada e arbitrária".

Idália Moniz defendeu, em Beja, "uma verdadeira articulação entre as instituições que integram as comissões, através de uma partilha de diagnósticos, soluções e recursos". Idália Moniz falava à Lusa à margem de uma reunião
de trabalho com as CPCJR dos distritos de Beja, Évora e Faro, a 16ª que já realizou desde o início do ano.

"Pretendemos estreitar as relações entre todos os parceiros das comissões, como a GNR, PSP, Ministério Público, Segurança Social e serviços de saúde e educação", explicou, garantindo que estes encontros vão continuar a realizar-se de seis em seis meses em cada distrito.

23.03.2006

 

Data de introdução: 2006-03-27



















editorial

IMPORTÂNCIA ECONÓMICA E SOCIAL DAS IPSS

Para uma quantificação atualizada da importância social e económica das Instituições Particulares de Solidariedade Social em Portugal a CNIS assegurou o financiamento do Programa Pessoas 2030, medida “capacitação dos...

Não há inqueritos válidos.

opinião

EUGÉNIO FONSECA

A missão das IPSS em cenários de calamidades
A prevenção é a melhor medida na resposta a situações de catástrofe, seja qual for a sua natureza. Porém, parece que a cultura que se entranhou na maioria...

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

O retrocesso da integração das comunidades ciganas
Portugal não dispõe, há três anos, de uma estratégia para a integração das comunidades ciganas.