Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS)

As IPSS, enquanto Instituições fortemente enraizadas nas comunidades locais e fortemente comprometidas em acções de acção social e solidariedade junto de pessoas, família e grupos em situação de maior carência, têm vindo a ensaiar novas formas de intervenção social como forma de responder a desafios que a sociedade portuguesa lhes vai lançando e para os quais deseja a sua colaboração.

Para quem andar com atenção às muitas iniciativas de sensibilização e mobilização das IPSS para “novas formas de estar e actuar” que a CNIS, enquanto sua Plataforma de Representação, bem assim como as UDIPSS de cada distrito, têm vindo a promover através de encontros de sensibilização e acções de forma-ção, perceberá que estas Instituições de Solidariedade andam preocupadas com o presente e o futuro das respostas sociais que vão prestando através dos milhares de equipamentos espalhados pelo País, cons-cientes de que têm de melhorar a qualidade dos seus serviços, diversificar a natureza das suas respostas sociais, assegurar melhores remunerações aos seus trabalhadores, entusiasmar mais voluntários e um voluntariado mais jovem para renovar a sua própria gestão e continui-dade institucional.

O Senhor Presidente da República, ao receber a CNIS, convidando-a pa-ra aderir ao COMPROMISSO CÍ-VICO PARA A INCLUSÃO SOCIAL, deu um claro sinal de que as IPSS são um parceiro credível e já com provas dadas na Causa da Inclusão, sendo legítimo esperar que se disponibilizem para dar o seu contri-buto para o Compromisso Cívico, co-mo aliás, e bem, prometeu o Pre-sidente da CNIS ao Senhor Presi-dente da República.
Talvez esta circunstância seja uma oportunidade para as IPSS valo-rizarem mais a vertente do “desenvolvimento sócio-local” de natureza mais comunitária.

Em 2002, a Assembleia Geral das Nações Unidas, proclamou para os anos de 2005 a 2014 a década para a EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.
Muitos dos problemas que têm merecido a atenção das Instituições, dos seus dirigentes, designadamen-te ao nível da relação com a Escola, as Autarquias, as Redes Sociais, etc...
Talvez possam ser melhor compreendidos e equacionados a esta luz.
Para quem se interessar por estes assuntos, tomo a liberdade de dar a conhecer um endereço onde será possível aprofundar mais este assunto.
Cá vai: www.unesco.pt.blogspot.com

 

 

Data de introdução: 2006-06-09



















editorial

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Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

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opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

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