CRISE

CNIS teme conflitualidade por causa dos cortes nos apoios sociais

A Confederação Nacional das Instituições Particulares de Solidariedade Social (CNIS) receia que possam surgir sinais de conflitualidade na sociedade portuguesa. O padre Lino Maia contesta o fim dos apoios sociais que o Governo tinha lançado este ano para combater a crise.

No total, são oito as medidas que terminam no âmbito da concretização do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC). O presidente da CNIS diz, à Rádio Renascença, temer “que comecem a surgir sinais de conflito na sociedade portuguesa". "Era preciso evitar esses sinais de conflito e não é certamente com cortes sociais”, acrescenta.

A conflitualidade social resolve-se, segundo o padre Lino Maia, “com apoios sociais e não com cortes”. O presidente do CNIS sublinha “que estes próximos serão ainda mais difíceis do que os anteriores” e o problema é que “não se perspectiva uma luz ao fundo do túnel”.
O Governo tem anunciado medidas a conta gotas, “mas de gotas pesadas de cortes”, nos apoios a quem mais precisa, considera o representante das Instituições Particulares de Solidariedade Social.

 

Data de introdução: 2010-07-07



















editorial

As amas em Creche Familiar

Publica-se neste número do “Solidariedade” o texto do acordo com a FSUGT, na parte que contempla também os novos valores de remunerações acordado para vigorar a partir de 1 de janeiro de 2024.

Não há inqueritos válidos.

opinião

EUGÉNIO FONSECA

A propósito do contributo da CNIS para as próximas eleições
É já tradição que as organizações de diferentes âmbitos, aproveitem os atos eleitorais para fazerem valer as suas reivindicações mais...

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Cuidar da democracia
Neste ano vamos a eleições pelo menos duas vezes (três para os açorianos), somos chamados a renovar o nosso laço político com a comunidade, escolhendo...