SOLIDARIEDADE

Governo avança até final do ano com formação para dirigentes da economia social

O Governo vai avançar, até ao final do ano, com um plano de formação para os dirigentes das instituições do sector da economia social de todo o país, anunciou o ministro da Solidariedade e Segurança Social. Pedro Mota Soares explicou que "o facto de as instituições de economia social não visarem dar lucro não quer dizer que não tenham de ser bem geridas", no encerramento das conferências sobre economia social, organizadas pela Cooperativa António Sérgio para a Economia Social, que decorreram em Lisboa.

Em declarações aos jornalistas, o ministro adiantou que se trata de um programa de formação inserido no Programa Operacional de Potencial Humano (POPH), específico para os trabalhadores e dirigentes das instituições que trabalham na área da economia social. "Queremos mudar o paradigma entre o Estado e as instituições sociais e dentro do programa do POPH será feito um programa específico dirigido para instituições sociais, para dirigentes e trabalhadores destas mesmas instituições, que vai servir para assegurar a sua formação e a sua capacitação", explicou Mota Soares.

O governante acrescentou que essa formação será feita "apostando em boas regras de gestão com uma visão de futuro e mantendo sempre a aposta na sustentabilidade destas mesmas instituições".

Pedro Mota Soares disse que o seu ministério está neste momento a contactar as diversas instituições, para saber com rigor o número de pessoas interessada em participar na formação, de modo a "pôr os devidos recursos para que este programa possa funcionar".

O ministro não soube dizer quanto é que este programa de formação vai custar, mas garantiu que será financiado com verbas comunitárias.

"Estamos a tentar perceber do interesse das instituições para podermos garantir a todas as pessoas que tenham interesse em participar a sua comparticipação financeira. Será um programa nacional e contamos ter este programa em execução ainda este ano", disse ainda.

 

Data de introdução: 2011-09-19



















editorial

Adenda 2026

Foi consensualizada e está concretizada a Adenda 2026 ao Compromisso de Cooperação para o biénio 2025-2026. Se foi subscrita é porque há acordo entre o Governo e as ERSSS. E, quando se estabelece acordo, todos beneficiam e há...

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Creche gratuita: o compromisso cumpre-se com vagas
A gratuitidade das creches é um compromisso político forte com as famílias e, para muitas delas, uma esperança concreta. Mas só é real quando se traduz numa vaga...

opinião

EUGÉNIO FONSECA

A Constituição Portuguesa garante da democracia
Dois dias antes de se assinalar os 50 anos da Constituição da República Portuguesa participei no Fórum das Políticas Públicas 2026, dedicado a esta Carta Magna da...